WishList Literária #1

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Booooa tarde pessoal, senti uma necessidade tremenda de dividir com vocês meus desejos literários para os próximos dias, já que não posso comprar tudo que quero então vou compartilhar tudo o que posso, haha

A ideia é: sempre que eu coletar, conhecer, descobrir e desejar uma certa quantidade de livros, vou compartilha-los aqui com vocês pois desejo multiplicado se torna mais forte e, quem sabe assim eles caiam do céu ou vocês me dão de presente, né?

Exceções a parte, essa Wish List trás algumas releituras de Contos de Fadas que acabaram me interessando demais em conhece-las. Vamos ver?

1. O Lado Mais Sombrio – A. G. Howard, Editora Novo Conceito
o-lado-mais-sombrio_1.jpg.1000x1353_q85_cropO livro é uma releitura ~mais sombria~ de Alice no País das Maravilhas e, é claro que não poderia deixar de estar nessa lista, né? Todos conhecem meu apego com esse romance.
Alyssa Gardner, personagem principal do livro, é tataraneta de Alice Lydell que é a ‘Alice original’, ou seja, a garotinha que inspirou Lewis Carroll na criação de ‘Alice no País das Maravilhas’. A menina, por sua vez, sofre com “alucinações”, ouvindo os pensamentos das plantas e dos animais e tem certeza de que acabará sua vida sendo internada em um sanatório, assim como sua mãe. Pra resumir, a história gira em torno da ida da menina até o País das Maravilhas pela mesma toca de coelho por onde passou a personagem de Lewis Carroll, na intenção de corrigir problemas não resolvidos graças a ida da então “Alice original” anos antes.

O livro me interessou, em um primeiro momento por se tratar de uma releitura de um dos contos mais interessantes e utópicos dos últimos tempos e, claro, por ser um dos meus preferidos mas, após ler a sinopse e algumas resenhas acabei me interessando verdadeiramente pela história. Pela primeira vez usam Alice Lydell, a pessoa real, como personagem de um livro – mesmo que apenas como uma memória – e isso é muito legal. Além disso, pelas resenhas que li as aventuras da menina fazem jus ao título ‘O lado mais sombrio‘. Estou super hiper curiosa e interessada!

2. A Rainha de Copas – Coleen Oakes, Universo dos Livros
rainha de copaO título já sugere mas vale a pena dizer, o livro conta a história inversa, ou seja, a história do vilão, contrariando os padrões, o que é muito bem-vindo no meu ponto de vista. Dinah é uma princesa e vive entediada em seu palácio no País das Maravilhas, mesmo país que irá governar quando se tornar a Rainha de Copas. Seus dias ganham um pouquinho de cor quando é visitada pelo amor de sua vida, o futuro cavaleiro de copas.
Uma sequência de eventos sangrentos sugere que algo de errado está acontecendo nos extravagantes salões do palácio e cabe a ela, pouco tempo antes de sua coroação, desvendar tais mistérios, para não acabar perdendo sua cabeça para um inimigo misterioso e sem rosto.

Ainda seguindo a linha ‘País das Maravilhas’ o livro me chamou atenção por manter o foco na história por trás de uma das personagens mais marcantes da literatura, a Rainha de Copas. Personagens conhecidos como o Gato de Cheshire, o Coelho Branco e o Chapeleiro Maluco fazem parte da narrativa, o que torna tudo muito mais intrigante e curioso.

3. Saga Encantadas – Sarah Pinborough, Editora Gente
Arquivo_fechado_CURVAS_finalUsei a foto do volume 1, Veneno, para ilustrar a Saga Encantadas da autora Sarah Pinborough. A coleção conta com três unidades, cada uma destinada a um Conto específico sendo elas: Veneno (Brande de Neve); Feitiço (Cinderella) e Poder (A Bela Adormecida).

A saga me interessou muito após ter lido em alguns lugares que os personagens são descritos com características de pessoas comuns, ou seja, como nós. A princesa não é perfeita, na verdade é bem chatinha e mimada; a Madrasta tem lá seus motivos para ser tão ruim assim; os príncipes não são nada encantados; e reinos distantes também tem problemas reais. Adoro essas releituras que trazem os contos para a realidade da vida moderna. Fiquei bem curiosa, e você?

4. Contos de Fadas, Editora Zahar
Preciso dizer que o livro trás uma coletânea de Contos de Fadas? O título está um tanto quanto óbvio, né? A Zahar, capamesma editora da edição Bolso de Luxo de ‘Alíce no País das Maravilhas’ e outras, nos presenteou com clássicos da literatura, como: Jeanne-Marie Leprince de Beaumont, Irmãos Grimm, Charles Perrault, Joseph Jacobs e Hans Christian Andersen em um livro só ❤

Meu interesse no livro, além de estar super curiosa pra saber e ler quais contos a Zahar selecionou de cada autor, claro, é também de colecionadora. A edição é linda e, conhecendo a qualidade da Zahar deve ser muito bem feita. Ter livros como esse na estante nunca é demais.

5. Contos Maravilhosos Infantis e Domésticos – Irmãos Grimm, Editora Cosac Naify
ContosMaravilhososEDomesticosPara tudo que de toda essa lista o troféu ‘Desejo pra Vida‘ fica com essa edição da Cosac Naify, mesma editora da edição de ‘Alice no País das Maravilhas’ ilustrado por Luiz Zerbini. A Cosac Naify é uma das minhas editoras favoritas, quando se trata de edições colecionáveis.

O livro possuí a versão original das 156 histórias, nunca antes reunidas em português, diretamente traduzidas do alemão. A coletânea, dividida em dois tomos como a original (publicados em 1812 e 1815), conta com tradução da especialista Christine Röhrig e ilustrações do gravurista pernambucano J. Borges. A Cosac Naify manteve os prefácios escritos pelos Grimm e algumas notas de cunho histórico.

Os livros vem envoltos com uma capinha lindíssima (foto) e são, individualmente, maravilhosamente trabalhados, artisticamente falando. Estou até com uma certa raivinha por ainda não tê-lo ): haha

6. A Formação de Uma Marquesa – Frances Dogson Burnett, Editora Pedra Azul
A formação de uma marquesaDa mesma autora de ‘A Princesinha’ e ‘Jardim Secreto’, editora Pedra Azul lança ‘A Formação de uma Marquesa’, romance de época que ainda está em processo de tradução mas logo estará disponível no site da editora. O único que foge do tema ‘Contos de Fadas’, nessa Wish List, mas ainda assim merece seu interesse.

Escrito em 1901, o livro conta a história de Emily Fox-Seton. Uma mulher de boa família, ainda solteira e sem opções matrimoniais. Já em seus 34 anos, tem que trabalhar para se manter e o faz realizando entregas para senhoras da alta sociedade. Uma dessas ricas mulheres a convida para sua casa de campo, onde ela se conhecerá o marquês de Walderhurst, um dos melhores partidos do momento, que se interessará por Emily e a abrirá as portas de uma vida cheia de comodidades, mas também repleta de perigos.

7. A Psicanálise dos Contos de Fadas – Bruno Bettelhem, Editora Paz & Terra
download (1)Em A psicanálise dos contos de fadas, Bruno Bettelheim faz uma radiografia das mais famosas histórias para crianças, apontando o seu verdadeiro significado, mostrando os processos psicológicos que ocorrem no cérebro da criança ao se deparar com os contos de fadas e o quão necessárias são essas histórias para o seu desenvolvimento psicológico e social.
Os contos de fadas, considerados por muitos pais e educadores como irreais, falsos e recheados de crueldade são, para as crianças, algo que lhes fala, em linguagem acessível, sobre um mundo que tem significado. Depois que a psicanálise desmitificou a “inocência” e a “simplicidade” do mundo da criança, os contos de fadas voltaram a ser lidos (e discutidos), justamente por descreverem um mundo pleno de experiências, de amor, mas também de destruição, de selvageria e de ambivalências.
A psicanálise dos contos de fadas é uma obra de referência para as ciências psicológicas, que estudam o desenvolvimento infantil, para a pedagogia, para as artes e para as literaturas.

Apesar de não estudar psicologia me interessei pelo livro pois falo sobre o assunto por aqui, né? E conteúdo extra nunca é demais.

8. Desventuras em Série – Lemony Snicket, Editora Cia. das Letras
desventurar em sérieConfesso que este foi um daqueles casos em que se assiste ao filme e através dele se tem acesso ao livro, sabe? Não sei qual a melhor ordem para conhecer as histórias mas as vezes não temos culpa do que vem primeiro até nós, rs.

A coleção possuí 13 livros e por ter gostado muito do filme me interessei em conhecer a história original, também. A série narra as aventuras de três crianças – os órfãos Baudelaire – após a morte de seus pais em um incêndio. A série é repleta de alusões literárias e culturais.

Depois que eu descobri que o filme se baseou apenas nos três primeiros livros, ou seja, tem mais 10 livros cheios de histórias até então desconhecidas por mim, fiquei louca pra ler a coleção inteira. Você não?

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O que vocês acharam da primeira WishList ? Gostaram? Já conheciam algum? Ficaram com vontade de ler também? Me conta nos comentários ;D

A Princesinha (1995)

A Princesinha (1995), dirigido por Alfonso Cuarón, é um filme baseado na obra de Frances Hodgson Burnett, um drama comovente, inspirador e com um final encantador, assim como todo o decorrer do longa, claro.

1914, Simla, Índia. Sarah Crewe (Lisel Matthews) é uma garota inglesa que vivia feliz, apesar de ser órfã de mãe. Quando eclodiu a 1ª Guerra Mundial, seu pai, o capitão Crewe (Liam Cunningham), que pertencia ao exército inglês, tem que ir para a guerra. Porém antes vai a Nova York para deixar Sarah num luxuoso internato para moças, no qual a mãe dela já estudara e que é administrado agora com mão de ferro pela Srta. Minchin (Eleanor Bron). A Srta. Minchin fica incomodada com a criatividade de Sarah, que logo cativa a maioria das garotas. Um dia o Sr. Barrow (Vincent Schiavelli), o advogado do pai de Sarah, chega ao colégio para dizer que não haveria mais pagamentos, pois o pai de Sarah tinha morrido em combate. Minchin então faz Sarah trabalhar como uma criada, para pagar sua estada ali.”

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O filme não poderia ser mais doce e encantador. Sarah, garota rica, muito bem educada e acostumada a muito luxo, nunca deixou de ser humilde e tratar a todos com igualdade, o que acaba sendo sua chave para a felicidade quando se encontra do lado oposto da vida com a qual estava adaptada.
É obrigada a deixar seu quarto no internato e viver no sótão, um local escuro e sujo, além de passar o dia fazendo serviços domésticos enquanto suas amigas brincam ou jantam.
O filme mostra como a felicidade não depende de nada material e sim de sua força de vontade e pensamentos positivos.
Apesar de todas as dificuldades a menina continua generosa, humilde e faz de tudo para continuar feliz, sempre acreditando que aquele momento seria passageiro.

Com trilha sonora impecável, fotografias lindas e criatividade intensa o filme foi um dos meus preferidos na infância, daqueles em que a gente coloca pra rodar de novo assim que termina, haha.

Por incrível que pareça são poucas as pessoas com quem eu converso que conhecem o filme e se você for uma delas, não deixe de assistir. Um pouco de inspiração no seu dia sempre faz bem =D

Veja o trailer:

O Doutor Sabe-Tudo, dos Irmãos Grimm

O conto de hoje é daqueles que talvez você nunca tenha ouvido falar. O Doutor Sabe-Tudo, dos irmãos Grimm é um ótimo exemplo de como a mentira tem perna curta, mostrando que o culpado sempre acaba se entregando de um jeito ou de outro, no final das contas.

8291469690_ca364d5a51_oEra uma vez um pobre camponês, chamado Crabb, estava levando para vender na cidade uma carga de lenha puxada por dois bois. Vendeu-a a um doutor por quatro táleres. Quando foi receber o dinheiro aconteceu que o doutor estava comendo à mesa do jantar. Ao ver como o homem comia e bebia com modos tão bonitos, sentiu um grande desejo de se tornar doutor também. Ficou parado observando-o por algum tempo e depois perguntou se não poderia se tornar doutor.
– É claro que pode, isso é muito fácil.
– Que é preciso fazer?
– Primeiro compre uma cartilha; você pode comprar a que tem um galo na primeira folha. Depois, venda sua carroça e seus bois e com o dinheiro compre roupas e outras coisas apropriadas a um doutor. Terceiro, mande pintar um letreiro com os dizeres: “Sou o Doutor Sabe-Tudo” e mande prega-lo em sua porta.
O camponês fez tudo como o doutor mandara.
Ora, quando ele já estava exercendo a profissão há algum tempo, mas não muito, roubaram um dinheiro de um nobre ricaço. E alguém lhe falou que um Doutor Sabe-Tudo, que morava em tal e qual aldeia, com certeza saberia onde fora parar o dinheiro. Então o nobre mandou trazer sua carruagem e rumou para a aldeia.
Parou à porta da casa indicada e perguntou a Crabb se ele era o Doutor Sabe-Tudo.
– Sou.
– Então o senhor precisa vir comigo para recuperar o meu dinheiro.
– Certamente, mas Margarida, minha mulher, precisa me acompanhar também.
O nobre concordou, ofereceu aos dois assento em sua carruagem e partiram juntos.
Quando chegaram ao castelo do nobre o jantar estava pronto e Crabb foi convidado a se sentar à mesa.
– Certamente, mas Margarida, minha mulher, precisa jantar também – e os dois se sentaram.
Quando o primeiro criado trouxe uma travessa de fina comida, o camponês cutucou a mulher e disse:
– Margarida, esse foi o primeiro – querendo dizer que o criado estava servindo o primeiro prato. Mas o criado entendeu que ele queria dizer: “Esse foi o primeiro ladrão.” E como ele realmente fora o ladrão, ficou muito assustado e disse aos seus companheiros ao sair da sala:
– O doutor sabe tudo, não vamos nos livrar desse aperto, ele disse que eu fui o primeiro.
O segundo criado nem queria entrar, mas era obrigado, e quando ofereceu a travessa ao camponês, o homem cutucou a mulher e disse:
– Margarida, este é o segundo.
O criado também se assustou e saiu depressa da sala.
Com o terceiro não foi diferente. Mais uma vez o camponês disse:
– Margarida, esse é o terceiro.
O quarto trouxe uma travessa coberta, e o dono do castelo disse ao doutor que deveria mostrar seus poderes adivinhando o que havia na travessa. Ora, era uma travessa de caranguejos, que em alemão se chamam Crabb.
O camponês olhou para o prato sem saber o que fazer, então disse:
– Coitado do Crabb.
Quando o dono do castelo ouviu isso exclamou:
– Pronto, ele sabe! Então sabe onde está o dinheiro também.
Então o criado ficou horrivelmente assustado e fez sinal ao doutor para sair um instante da sala.
Quando ele saiu, os quatro confessaram que tinham roubado o dinheiro, e lhe dariam de bom grado uma bela soma se ele não os entregasse ao patrão ou estariam arriscando a cabeça. Além disso mostraram-lhe onde haviam escondido o dinheiro. O doutor ficou satisfeito, voltou a mesa e disse:
– Agora, meu senhor, vou ver no meu livro onde está escondido o dinheiro.
O quinto criado, nesse meio tempo, se escondera no fogão para descobrir se o doutor sabia mais alguma coisa. Mas o doutor estava folheando as páginas da cartilha procurando o galo, e como não conseguisse encontra-lo disse imediatamente:
– Sei que você está ai e tem de aparecer.
O homem no fogão achou que o doutor estava falando com ele e saltou do fogão, assustado, esclamando:
– O homem sabe tudo.
Então o Doutor Sabe-Tudo mostrou ao nobre onde o dinheiro estava escondido, mas não denunciou os criados; recebeu muito dinheiro das duas partes como recompensa e se tornou um homem famoso.

FIM

Prepare um autêntico Chá das cinco Britânico

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Quando os ponteiros ingleses marcam 17h, é hora de parar o que se está fazendo para apreciar uma bela xícara de chá e um biscoito ou croissant. Essa tradição existe no país desde 1662, mas caiu na graça do povo a partir do século XIX por causa de uma duquesa esfomeada. De lá para cá, o hábito saiu da exclusividade burguesa e é praticado por toda a população… E em qualquer horário!

A tal tradição do chá das cinco já existia há tempos em terras portuguesas. Ao se casar com o rei inglês Charles II, Catarina de Bragança, filha de D. João IV, acabou levando o costume para a Inglaterra. Lá, ele foi adotado pela corte em cerimônias e banquetes.

Mesmo assim, foi por causa de outra personalidade da realeza que o ritual ganhou fama e notoriedade. Anna Maria Russell, duquesa de Bedford, sempre se sentia faminta entre o almoço e a janta. Como solução, fazia um pequeno lanche que consistia em uma xícara de chá com leite e açúcar, e algum salgado.

Com o tempo, aristocratas e burgueses ingleses passaram a imitar o ritual da duquesa em suas casas, aproveitando a ocasião para exibirem as mais caras e belas porcelanas e pratarias. A partir daí, a tradição se espalhou, salões de chá foram criados e toda a Europa foi tomada pelo consumo do chá das cinco.

Hoje, o horário fixo não é obrigatório, mas o hábito de tomar um lanche no meio da tarde regado a muito chá, pães e doces permanece intacto, com menos ou mais formalidade.

Mas não são só os ingleses que aderiram ao costume, nos clássicos contos de fadas que conhecemos a hora do Chá também tem seu grande momento, como em ‘Alice no País das Maravilhas’ onde Alice encontra a Lebre de Março e o saudoso Chapeleiro Maluco bem na hora do Chá!

Quer aprender a montar uma autêntica mesa de chá britânica? Confira nosso guia ilustrado, a seguir. Espero que gostem!

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  • Xícara e Píres: Mantenha a “asa” da xícara sempre apontada para a direita, quando for montar a mesa
  • Tigela Pequena: Para armazenar saquinhos de chá ou rodelas de limão. Coloque à esquerda da mesa
  • Copo d’água: Coloque à direita logo atrás da faca
  • Prato de salada: O principal em toda a mesa é o prato de salada (ou sobremesa). Deve ficar posicionado à uma polegada da beirada da mesa
  • Etiqueta: As etiquetas são uma gentileza com o convidado e dão um toque a mais. Deve ser colocada bem no centro do prato e são totalmente opcionais
  • Garfo: Coloque à esquerda do prato.
  • Espatula pequena: Ao invés de facas que tal usar espatulas ou facas de manteiga? Posicione-as à direita, logo ao lado do prato
  • Colher: Mantenha a colher logo ao lado da espatula
  • Guardanapo: O guardanapo ideal para o chá é o de 9 polegadas – os guardanapos de jantar costumam ter 12. Dobre em forma de triangulo ou retângulo e coloque logo abaixo do garfo ou prenda-o em um anel de guardanapo

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  • Coloque a chaleira, tigela de servir, o creme e a tigela de açúcar no centro da mesa, onde todos os seus convidados possam alcançar facilmente e passar adiante ou decida quem servirá o chá e coloque a chaleira a direita da faca do escolhido

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  • Sanduíches de pepino, cream cheese ou atum. Bolinhos, roscas, cupcake ou croissant. Creme de leite, geléias ou frutas em conserva são algumas opções tradicionais e deliciosas

A dica é boa para quem quer preparar uma mesa de chá saindo um pouco da rotina de pão, requeijão e café. Também é uma ótima opção para comemorações como: aniversários, chás de bebê ou panela e para encontros de clubes do livro. O que acharam?

#FlickrMonday | Invisiblei

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Transbordando de emoção melancólica – é raro ver um esboço de sorriso em suas fotos – Invisiblei pertence a polonesa Lucja Kubicka, de 18 anos de idade. Suas fotos são cheias de sensibilidade e de um certo sofrimento sutil, como que coberto em névoa.

O que eu gosto, nas fotos dela, é, justamente, essa delicadeza. Mesmo quando fotografa flores murchas, consegue deixa-las lindas na frente da câmera, como se vivesse em um universo paralelo onde se enxerga a beleza na melancolia.

Para saber mais sobre ela e suas fotografias: Facebook | Blogspot | Photoblog | Vogue | Behance

Selecionei algumas fotos que acho que ilustram bem o que falei a cima, confiram 🙂

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Ondine (2010)

511AAa5PcuLSabe aquele filme que é tão próximo do real que acaba ficando cravado em você? É sobre isso que Ondine aborda, um conto de Fadas que acaba acontecendo, por acaso, com um pai e uma filha, desses que encontramos em qualquer esquina.
A mágica de um bom filme sobre fantasia está, justamente, na ausência de efeitos especiais, luzes e poderes mágicos.

A trama narra a história de Syracuse (Colin Farrell), um pescador cuja vida pacata se transforma quando, de repente, pesca – sim, literalmente – uma mulher linda e misteriosa em sua rede de pescaria. Sua filha Annie, acredita veementemente de que Ondine é uma Selkie – espécie de sereia, das lendas Irlandesas, que vive como foca no mar, mas assume a pele humana para viver na terra.

É claro que o filme tem muito drama, no melhor sentido da palavra, romance, fantasia e esperança. É um filme para se assistir e guardar no coração ou no armário de DVD’s, afinal, vale muito a pena te-lo.

Promete que você vai assistir? E mais, promete que vai me contar o que achou? Espero que a sua impressão seja a mesma que a minha ❤

Contos Clássicos: Cinderella

contos-fadas-abertura1-315x175-e1413506499962Hoje é feriado e nada melhor do que ficar quietinha em casa focada apenas em coisas que gostamos, não é? Inspirada pela estreia de Cinderella, esta semana, trouxe para vocês uma versão menos deslumbrante porém nostálgica do mesmo jeito.

Cinderella é um dos Conto de Fadas mais conhecidos da humanidade por isso possui inúmeras versões, sendo a de 1697, escrita por Charles Perrault, a mais conhecida!

Espero que assistam, se divirtam e me contem o que acharam 😀