Contos Clássicos: Cinderella

contos-fadas-abertura1-315x175-e1413506499962Hoje é feriado e nada melhor do que ficar quietinha em casa focada apenas em coisas que gostamos, não é? Inspirada pela estreia de Cinderella, esta semana, trouxe para vocês uma versão menos deslumbrante porém nostálgica do mesmo jeito.

Cinderella é um dos Conto de Fadas mais conhecidos da humanidade por isso possui inúmeras versões, sendo a de 1697, escrita por Charles Perrault, a mais conhecida!

Espero que assistam, se divirtam e me contem o que acharam 😀

Filme Pele de Asno, de Jacques Demy

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Catherine Deneuve como Pele de Asno

Pele de Asno foi o primeiro Conto de Fadas que eu realmente conheci através da leitura. Me lembro de ter lido aos 7/8 anos, e de ter se tornado meu livro favorito na época, não largava por nada.

A história não é muito conhecida, se comparada aos grandes clássicos, mas é fantasiosa e até mesmo, irreverente, da mesma forma.

O conto foi escrito por Charles Perrault, em 1697 e faz parte da coletânea de histórias da obra ‘Mamãe Gansa‘.

Recentemente encontrei escondido pela internet um filme francês, de 1970, dirigido por Jacques Demy que conta, de forma lúdica, a história da princesa/Pele de Asno, interpretada pela belíssima  Catherine Deneuve.

Para ler o Conto, clique aqui!

Para a nossa sorte o filme está disponível online, em versão dublada, a qual vocês terão o prazer de assistir logo abaixo 🙂

Prepare as pipocas e aperte o play! 🙂

Conto Pele de Asno, de Charles Perrault

220px-Peaudane3Era uma vez um boníssimo rei, a quem o povo muito amava e os visinhos muito respeitavam, sendo por isso o rei mais feliz do mundo. Além do mais, ele teve a sorte de casar-se com uma princesa linda e igual virtuosa que lhe deu apenas uma filha, porém tão encantadora, que os pais viviam num verdadeiro êxtase.
No palácio real, havia abundância de tudo e muito bom gosto. Os ministros eram muito sagazes e habilidosos, os cortesão, muito dedicados, e os empregados, muito leais. Na grande estrebaria, havia os mais soberbos cavalos jamais vistos e com os melhores arreios, embora todos estranhassem que o mais importante animal fosse um asno com orelhas compridíssimas . Mas não fora por um mero capricho que o rei lhe dera tamanha distinção. O asno era merecedor de todas as regalias e honras, pois, na verdade, se tratava de um asno com poderes mágicos. Todo dia, ao nascer do sol, a sua baia estava coberta de moedas de ouro, que o rei mandava colher.
Mas como a vida não é para sempre um mar de rosas, certo dia a rainha caiu de cama, com uma doença desconhecida que nenhum médico era capaz de curar. No palácio, baixou uma intensa tristeza. O rei foi a todos os templos do castelo e fez promessas, em que se comprometia a dar sua própria vida em troca da cura da amada rainha. Mas tudo foi em vão.
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