Com amor, Van Gogh (2017)

“Pela arte, onde se tem necessidade de tempo, não seria nada mal viver mais de uma vida” – Vincent Van Gogh

O Oscar 2018 acontecerá no dia 04 de março e um dos fortes concorrentes, na categoria Melhor Filme de Animação é ‘Com amor, Van Gogh’ (Loving Vincent), filme divinamente orquestrado para contar a vida e últimos dias do artista pós-impressionista através de suas próprias obras, o que deixou tudo ainda mais incrível.

SINOPSE
1891. Um ano após o suicídio de Vincent Van Gogh, Armand Roulin (Douglas Booth) encontra uma carta por ele enviada ao irmão Theo, que jamais chegou ao seu destino. Após conversar com o pai, carteiro que era amigo pessoal de Van Gogh, Armand é incentivado a entregar ele mesmo a correspondência. Desta forma, ele parte para a cidade francesa de Arles na esperança de encontrar algum contato com a família do pintor falecido. Lá, inicia uma investigação junto às pessoas que conheceram Van Gogh, no intuito de decifrar se ele realmente se matou.

OPINIÃO
Nossos olhos e nossa mente precisam se adaptar ao formato, no início a sensação é um pouco estranha, afinal a animação é toda feita através de pinturas a óleo (imagine o trabalhão que deu pra produzir?) mas isso passa rápido e o sentimento de “estranheza” é substituído por encantamento, em poucos minutos, já que o resultado, visualmente falando, é deslumbrante. Inspirada pelas mais de 400 pinturas que Van Gogh fez ao longo de oito anos, a animação revisita locais e personagens recorrentes de seu portfolio para construir uma investigação que, além de contar a história do pintor, esmiuça o mistério acerca de sua morte. Teria sido mesmo suicídio ou alguém seria o responsável?

O roteiro te prende de uma forma incrível. Você, logo de cara, se identifica com Armand, responsável por entregar a tal carta de Van Gogh que havia sido esquecida. Aos poucos ele vai conhecendo mais sobre a vida do pintor, seus hábitos e rotinas e acaba criando um laço de aproximação protetor com o falecido, bem comovente.

TRAILER

Com amor, Van Gogh é um filme incrível, diferente, com um ótimo roteiro e uma produção impecável. Indispensável estar na sua lista de filmes para esse final de semana, principalmente se você for um amante da arte, animação e do bom cinema 🙂

Se assistir já sabe, né? Comenta aqui e me diz o que achou!

A Princesinha (1995)

A Princesinha (1995), dirigido por Alfonso Cuarón, é um filme baseado na obra de Frances Hodgson Burnett, um drama comovente, inspirador e com um final encantador, assim como todo o decorrer do longa, claro.

1914, Simla, Índia. Sarah Crewe (Lisel Matthews) é uma garota inglesa que vivia feliz, apesar de ser órfã de mãe. Quando eclodiu a 1ª Guerra Mundial, seu pai, o capitão Crewe (Liam Cunningham), que pertencia ao exército inglês, tem que ir para a guerra. Porém antes vai a Nova York para deixar Sarah num luxuoso internato para moças, no qual a mãe dela já estudara e que é administrado agora com mão de ferro pela Srta. Minchin (Eleanor Bron). A Srta. Minchin fica incomodada com a criatividade de Sarah, que logo cativa a maioria das garotas. Um dia o Sr. Barrow (Vincent Schiavelli), o advogado do pai de Sarah, chega ao colégio para dizer que não haveria mais pagamentos, pois o pai de Sarah tinha morrido em combate. Minchin então faz Sarah trabalhar como uma criada, para pagar sua estada ali.”

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O filme não poderia ser mais doce e encantador. Sarah, garota rica, muito bem educada e acostumada a muito luxo, nunca deixou de ser humilde e tratar a todos com igualdade, o que acaba sendo sua chave para a felicidade quando se encontra do lado oposto da vida com a qual estava adaptada.
É obrigada a deixar seu quarto no internato e viver no sótão, um local escuro e sujo, além de passar o dia fazendo serviços domésticos enquanto suas amigas brincam ou jantam.
O filme mostra como a felicidade não depende de nada material e sim de sua força de vontade e pensamentos positivos.
Apesar de todas as dificuldades a menina continua generosa, humilde e faz de tudo para continuar feliz, sempre acreditando que aquele momento seria passageiro.

Com trilha sonora impecável, fotografias lindas e criatividade intensa o filme foi um dos meus preferidos na infância, daqueles em que a gente coloca pra rodar de novo assim que termina, haha.

Por incrível que pareça são poucas as pessoas com quem eu converso que conhecem o filme e se você for uma delas, não deixe de assistir. Um pouco de inspiração no seu dia sempre faz bem =D

Veja o trailer:

Ondine (2010)

511AAa5PcuLSabe aquele filme que é tão próximo do real que acaba ficando cravado em você? É sobre isso que Ondine aborda, um conto de Fadas que acaba acontecendo, por acaso, com um pai e uma filha, desses que encontramos em qualquer esquina.
A mágica de um bom filme sobre fantasia está, justamente, na ausência de efeitos especiais, luzes e poderes mágicos.

A trama narra a história de Syracuse (Colin Farrell), um pescador cuja vida pacata se transforma quando, de repente, pesca – sim, literalmente – uma mulher linda e misteriosa em sua rede de pescaria. Sua filha Annie, acredita veementemente de que Ondine é uma Selkie – espécie de sereia, das lendas Irlandesas, que vive como foca no mar, mas assume a pele humana para viver na terra.

É claro que o filme tem muito drama, no melhor sentido da palavra, romance, fantasia e esperança. É um filme para se assistir e guardar no coração ou no armário de DVD’s, afinal, vale muito a pena te-lo.

Promete que você vai assistir? E mais, promete que vai me contar o que achou? Espero que a sua impressão seja a mesma que a minha ❤

#FlickrMonday: Siréliss

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O especial Flickr, intitulado #FlickrMonday veio com a proposta de inspirar. Trarei fotógrafos amadores e profissionais que conseguem refletir uma aura de fantasia, nostalgia e até mesmo, paz ou “loucura”, em suas fotografias sendo elas analógicas (em filme) ou digitais, como é o caso de Eva (Siréliss) que possui duas contas no flickr – uma só para fotografias digitais e a outra para fotografias analógicas.

Suas fotos refletem a naturalidade da vida, sua pureza e claro, isso tudo com uma pitada de fantasia. Com uma beleza sutil e delicada achei uma ótima opção para abertura da série. Confiram:

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Gostaram? Aceito sugestões de outros perfis que vocês conheçam ou até mesmo o seu!

Para conhecer mais sobre o trabalho dela Flickr 1 | Flickr 2

Os mil sapatinhos de Cinderella

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Bibbidi-bobbidi-boo… Estreia hoje (26/03), em todo o Brasil, um dos filmes mais aguardados do ano, Cinderella, dessa vez em live action, com os atores Lily James, Cate Blanchett e Helena Bonham Carter. E nessa onda de conto de Fadas, já pensaram em ter um sapatinho como os dela? Toda menina já quis ter um dia de Cinderella na vida, né?

O do filme foi feito pela figurinista com a Swarovski, mas a Disney convidou vários designers – entre eles Jimmy Choo, Salvatore Ferragamo, Charlotte Olympia e o brasileiro Alexandre Birman ( – pra recriar o acessório-ícone! Os modelos têm edição limitada e são vendidos em multimarcas do mundo como a Harrods (Londres), Saks (NY e Los Angeles), Galeries Lafayette (Paris), Tsum (Moscou) e Level Shoe District (Dubai), além de algumas lojas próprias das marcas.

Confira abaixo os sapatos criados pelos estilistas

Vale lembrar que, ninguém mais, ninguém menos do que Christian Louboutin – o pai das solinhas vermelhasfoi o 1º a fazer algo do tipo a pedido do estúdio em 2012, quando foi lançado o blu-ray do clássico – e a atriz Lily James usou o sapato na estreia em Los Angeles agora, em março!

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E tem mais: a Disney do Brasil entrou na onda e pediu pra Sarah Chofakian criar sua versão pra atender o mercado nacional; a Repetto lança coleção inspirada na princesa que chega por aqui só em setembro e a M.A.C também dedica uma linha especial ao clássico dos contos de fadas.

A M.A.C vende a coleção especial lá fora, mas os produtos não devem chegar por aqui... :(

A M.A.C vende a coleção especial lá fora, mas os produtos não devem chegar por aqui… 😦

A Colcci também preparou um momento fada-madrinha: uma coleção cápsula de camisetas inspirada no filme, com ilustrações que são referências clássicas à história. No dia do lançamento do filme acontece um coquetel nas lojas dos shoppings Morumbi, Bourbon, Mooca e Paulista, a partir das 16h, e na compra de uma das camisetas você leva também um ingresso pra assistir ao filme. Dá pra curtir um cineminha vestida a caráter!

O que acharam das coleções? eu estou encantada – com o perdão do trocadilho. haha

Miss Potter, 2006

“Há algo de delicioso quando escrevemos as primeiras palavras de uma história, nunca sabemos a onde elas nos levarão, as minhas me trouxeram aqui.”
– Beatrix Potter

beatrixHelen Beatrix Potter (1866-1943) foi uma mulher a frente de seu tempo. Nascida em Londres foi uma Artista, independente, curiosa e até mesmo excêntrica. É considerada a autora dos livros infantis mais vendidos do mundo. Entre suas obras, a mais conhecida fica por conta de ‘A História do Pedro Coelho‘ um relato das aventuras de Peter Rabbit, na horta do seu Gregório.
Uma menina tímida e solitária não poderia ter virado outra coisa se não escritora. Acostumada a companhia de seus animais de estimação tomou gosto por desenha-los aos nove anos de idade.

Não vou me estender muito com a biografia dela se não acabo revelando fatos importantes do filme.

O drama, dirigido por Chris Noonan, conta com a doce Renée Zellweger no papel principal.

É surpreendente conhecer a história por trás da história em certos momentos. Descobrir que uma escritora/artista, à qual você sempre admirou, foi muito além de meras ilustrações infantis, em uma época onde a mulher “valorizada” era a que passava dias e noites servindo ao marido e a família. Entender como e porque cada um daqueles personagens foram criados, quanto tempo levou para que seu trabalho fosse aceito por alguma editora e ter tudo isso acompanhado de detalhes tão doces que fazem parecer que acabamos de abrir uma caixinha de música em uma varanda vitoriana, de frente pra um lago ao pôr do sol.

miss-potterSão essas as sensações que o filme te passa! A principio vemos uma solteirona de 32 anos, muito bem resolvida, que ainda vive com os pais. Dona de uma personalidade desafiadora para época, Beatrix cria seu próprio mundinho, onde só vivem ela, seus desenhos e quem ela deixa entrar. Ao contrário da maioria dos escritores da época, Beatriz vivia bem, era da alta sociedade e muito bem educada. Seu pai era o maior incentivador de sua arte, já sua mãe não via a hora de lhe arranjar um marido.

O filme passa como uma pluma tocando seu rosto, é tão delicioso que você quer ficar ali para sempre, até que, de repente, cai uma gota de chuva do céu, e a tempestade que ninguém previu assola seu coração. Metáforas a parte, nem nos contos de Fadas tudo é 100% perfeito, o tempo todo, faz parte um pouco de tristeza na vida. Mas torce essa roupa molhada menina, assim como ela fez para superar as pedras que surgiram pelo caminho.
De uma fotografia impecável, cenários e figurinos mais ainda, só consigo pensar em como a vida ali, naqueles campos, deve ter sido magnífica.

Espero que assistam, gostem e depois me contem!

Um beijo!

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PS: Lembram-se da versão em desenho, também? Impossível se esquecer desta abertura. Meus primeiros indícios de amor por esse universo deve ter começado aos 4 anos ❤

*Para saber mais sobre a escritora, na adolescência ela começou a escrever um diário secreto, em código. Quinze anos após a sua morte, o código pôde ser decifrado e foi publicado em inglês, sob o título de “Beatrix Potter: A Journal”

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Filme Pele de Asno, de Jacques Demy

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Catherine Deneuve como Pele de Asno

Pele de Asno foi o primeiro Conto de Fadas que eu realmente conheci através da leitura. Me lembro de ter lido aos 7/8 anos, e de ter se tornado meu livro favorito na época, não largava por nada.

A história não é muito conhecida, se comparada aos grandes clássicos, mas é fantasiosa e até mesmo, irreverente, da mesma forma.

O conto foi escrito por Charles Perrault, em 1697 e faz parte da coletânea de histórias da obra ‘Mamãe Gansa‘.

Recentemente encontrei escondido pela internet um filme francês, de 1970, dirigido por Jacques Demy que conta, de forma lúdica, a história da princesa/Pele de Asno, interpretada pela belíssima  Catherine Deneuve.

Para ler o Conto, clique aqui!

Para a nossa sorte o filme está disponível online, em versão dublada, a qual vocês terão o prazer de assistir logo abaixo 🙂

Prepare as pipocas e aperte o play! 🙂

A Dama na Água (2006)

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Cleveland Heep (Paul Giamatti) é um homem triste, que vive solitário. Até que, numa noite qualquer, acontece algo que muda drasticamente sua vida. Ele encontra em seu prédio uma outra pessoa que tenta se esconder dos demais, uma jovem misteriosa chamada Story (Bryce Dallas Howard), que mora entre as passagens sob a piscina. Surpreso, Cleveland descobre que Story é uma “narf”, uma espécie de ninfa das histórias infantis, e que ela é perseguida por criaturas malignas, que desejam impedir que ela retorne ao seu mundo de origem. Além disto Story possui poderes de percepção, que a permite ver qual será o destino dos moradores do prédio de Cleveland. Juntos, Cleveland e os moradores de seu prédio, se unem para encontrar um meio que permita Story a retornar ao seu mundo.”

O filme não é repleto de efeitos especiais muito menos composto por cenários deslumbrantes. O toque de magia do filme está, realmente, no enredo.
Um prédio comum, com moradores mais comuns ainda, convivendo harmoniosamente, na medida do possível, de repente se une em prol de uma Narf – um ser mágico.
Uma das coisas que mais me chamou a atenção foi o fato de como os moradores acreditavam com facilidade no fato de aquela garota ser, realmente, uma criatura fantástica. É como se eles tivessem necessidade de um pouco de magia e encantamento em suas vidas. E a forma como eles se unem para que aquela menina, que eles acabaram de conhecer sobreviva é, de fato, algo bonito!

O filme é doce e apesar de ser um drama, possuí cenas divertidas. Além, é claro, de todo o lado mágico que compõem a história.
Rasgação de seda à parte, o filme é meio paradinho e o roteiro não é super, hiper, mega fantástico, mas acho que vale a pena assistir para descobrir o que é uma Narf e também pelo lado ‘Não desista nunca da sua vida’ que ele apresenta!

VEM VER AQUI: A DAMA NA ÁGUA 

Gênero: Drama
Título Original: Lady in the Watter
Ano de lançamento: 2006
País de Origem: EUA
Diretor: M. Night Shyamalan

Labirinto – A Magia do Tempo (1986)

labirinto

Totalmente frustrada por ter que cuidar do irmão mais novo em mais um final de semana, a adolescente Sarah (Jennifer Connelly), que possui muita imaginação, acaba dando vida aos duendes personagens do seu livro favorito, Labirinto, para que eles sumam com o bebê. Mas, quando o pequeno Toby realmente desaparece, Sarah precisa ir atrás dele neste mundo de conto de fadas e tentar resgatá-lo das mãos do maldoso Rei dos Duendes (David Bowie). Protegendo o castelo, encontra-se o labirinto – um emaranhado de armadilhas repleto de estranhos personagens e perigos desconhecidos. Com o intuito de salvar Toby a tempo, Sarah terá que enganar o rei, ficando amiga dos duendes que o protegem, na esperança de que a fidelidade deles não passe apenas de uma ilusão, num lugar em que nada parece ser o que é.”

Me lembro de quando assisti a esse filme pela primeira vez. Devia ter uns 11, 12 anos. Encontrei ele por acaso enquanto zapeava com o controle remoto. Foi amor a prmeira vista.
O filme já havia começado, tinha uma garota nova, bonita, recitando trechos de um livro em um lugar cheio de natureza, tinha um cachorro, um bebê, uma casa legal… “ok. Não é terror, dá pra assistir” pensei.

Não sabia ainda o nome do filme – o que, se soubesse, daria uma pista enorme do que estaria por vir – mas assim que a história foi acontecendo tudo foi ficando mais claro, encantador e curioso.
Além de ter como um dos astros o cantor David Bowie, boa parte da trilha sonora do filme também pertencia a ele! (Eu era apaixonada por ele nesse filme.. tipo, amor platônico mesmo haha).

A ideia do filme me lembra muito a mesma ideia de  ‘Alice no País das Maravilhas’ (apenas a IDEIA, não o filme, ok?). Assim como em Alice, a personagem Sarah também vai parar em um mundo paralelo cheio de criaturas e seres fantásticos. Apesar de Alice não se passar em um labirinto, a ideia é quase a mesma, afinal as duas – Alice e Sarah – estão em um lugar desconhecido, buscando meios para se chegar em algum lugar – também desconhecido – e contando com a ajuda – ou não – de seres mágicos.
Tendo em vista de que Alice no País das Maravilhas é uma das obras mais lidas até os dias de hoje, sinal de que a fórmula funciona, vale muito a pena assistir ao filme Labirinto!

Percepções dessa espectadora à parte.. Labirinto é um filme muito conquistador. Te segura na cadeira, deixando-o cada vez mais curioso para saber o que vai aparecer atrás daquela curva, porta ou buraco escondido.
Os personagens são carismáticos e a atuação de Bowie está de primeira qualidade, dando vida e uma personalidade de matar ao Rei dos Duendes.

Minha mãe assistiu, a sua também deve ter assistido, agora a vez é sua:

ASSISTA ONLINE AQUI: LABIRINTO, A MAGIA DO TEMPO (1986)

Gênero: Fantasia
Diretor: Jim Henson
Ano de Lançamento: 1986
País de Origem: Reino Unido/Estados Unidos

Labirinto – A Magia do Tempo (1986)

labirinto

Totalmente frustrada por ter que cuidar do irmão mais novo em mais um final de semana, a adolescente Sarah (Jennifer Connelly), que possui muita imaginação, acaba dando vida aos duendes personagens do seu livro favorito, Labirinto, para que eles sumam com o bebê. Mas, quando o pequeno Toby realmente desaparece, Sarah precisa ir atrás dele neste mundo de conto de fadas e tentar resgatá-lo das mãos do maldoso Rei dos Duendes (David Bowie). Protegendo o castelo, encontra-se o labirinto – um emaranhado de armadilhas repleto de estranhos personagens e perigos desconhecidos. Com o intuito de salvar Toby a tempo, Sarah terá que enganar o rei, ficando amiga dos duendes que o protegem, na esperança de que a fidelidade deles não passe apenas de uma ilusão, num lugar em que nada parece ser o que é.”

Me lembro de quando assisti a esse filme pela primeira vez. Devia ter uns 11, 12 anos. Encontrei ele por acaso enquanto zapeava com o controle remoto. Foi amor a prmeira vista.
O filme já havia começado, tinha uma garota nova, bonita, recitando trechos de um livro em um lugar cheio de natureza, tinha um cachorro, um bebê, uma casa legal… “ok. Não é terror, dá pra assistir” pensei.

Não sabia ainda o nome do filme – o que, se soubesse, daria uma pista enorme do que estaria por vir – mas assim que a história foi acontecendo tudo foi ficando mais claro, encantador e curioso.
Além de ter como um dos astros o cantor David Bowie, boa parte da trilha sonora do filme também pertencia a ele! (Eu era apaixonada por ele nesse filme.. tipo, amor platônico mesmo haha).

A ideia do filme me lembra muito a mesma ideia de  ‘Alice no País das Maravilhas’ (apenas a IDEIA, não o filme, ok?). Assim como em Alice, a personagem Sarah também vai parar em um mundo paralelo cheio de criaturas e seres fantásticos. Apesar de Alice não se passar em um labirinto, a ideia é quase a mesma, afinal as duas – Alice e Sarah – estão em um lugar desconhecido, buscando meios para se chegar em algum lugar – também desconhecido – e contando com a ajuda – ou não – de seres mágicos.
Tendo em vista de que Alice no País das Maravilhas é uma das obras mais lidas até os dias de hoje, sinal de que a fórmula funciona, vale muito a pena assistir ao filme Labirinto!

Percepções dessa espectadora à parte.. Labirinto é um filme muito conquistador. Te segura na cadeira, deixando-o cada vez mais curioso para saber o que vai aparecer atrás daquela curva, porta ou buraco escondido.
Os personagens são carismáticos e a atuação de Bowie está de primeira qualidade, dando vida e uma personalidade de matar ao Rei dos Duendes.

Minha mãe assistiu, a sua também deve ter assistido, agora a vez é sua:

ASSISTA ONLINE AQUI: LABIRINTO, A MAGIA DO TEMPO (1986)

Gênero: Fantasia
Diretor: Jim Henson
Ano de Lançamento: 1986
País de Origem: Reino Unido/Estados Unidos